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Igualdade de direitos e questões de gênero em debate no 4o Conjuresp
(Congresso Jurídico-Espírita do Estado de São Paulo)

A AJE-SP (Associação Jurídico-Espírita do Estado de São Paulo) deu mais um passo para o avanço do movimento jurídico-espírita. A quarta edição do Conjuresp, que ocorreu no Instituto Espírita de Educação, em São Paulo (05/05), tratou de temas importantes na sociedade contemporânea, com profundidade e fraternidade.

Dois paineis nortearam as discussões. Um sobre a mulher na sociedade contemporânea e outro sobre identidade de gênero e orientação sexual. Ao final, houve exposição sobre o valor jurídico da igualdade no Direito e na Doutrina Espírita.

Entre os expositores, Juliana Paula Magalhães, Ana Paola Ferrari Ambra, Alessandro Bigheto, Ercília Zilli, Alessandro Viana Vieira de Paula, Patrícia Cristina Vasques de Souza Gorisch e Tiago Cintra Essado.

http://www.ajesaopaulo.com.br

 

Dependência química e drogas sob o olhar da AJE e AME-Brasil

A AJE-Brasil (Associação Jurídico-Espírita do Brasil) e a AME-Brasil (Associação Médico-Espírita do Brasil) reuniram-se para refletir sobre dependência química e a política oficial de drogas sob as perspectivas sociojurídica e médica à luz da Doutrina Espírita.

O encontro, que ocorreu nos dias 03 e 04 de março, em São Paulo, fez parte do 4º Fórum de Reflexões da AJE-Brasil, evento anual que tem como fim promover reflexões sobre temas da ordem contemporânea, para o avanço do movimento espírita.

Pela AME-Brasil, o presidente Gilson Luís Roberto tratou da pós-modernidade e seu reflexo na busca das drogas pelo ser humano como solução dos conflitos existenciais. Edson Cardoso, psiquiatra, ressaltou os aspectos psicológicos e familiares a envolver a dependência química. Discorreu sobre a codependência, e salientou a necessidade de a família tratar do assunto de forma clara, transparente e com coragem. Rafael Latorraca, psiquiatra, analisou os aspectos médicos e farmacológicos.

Pela AJE-Brasil, Adriano Buosi, defensor público, trouxe pontos importantes sobre a política oficial de drogas e seus efeitos de estigmatização para o usuário. Tiago Essado suscitou reflexões em torno da política oficial de drogas e seus efeitos relacionados à aplicação seletiva da lei penal e ao encarceramento.

Ao final, ambas instituições especializadas concluíram que a educação é o principal método preventivo, o acolhimento é o meio para se iniciar o processo terapêutico e o tratamento espiritual figura como importante recurso disponível nas casas espíritas para contribuir com o resgate da vida de inúmeros irmãos em conflito.

A AJE-Brasil e a AME-Brasil desenvolverão trabalhos conjuntos nessa seara, visando reduzir os malefícios decorrentes do uso de drogas.

 

Surge a AJE-CE

Foi fundada a AJE-CE (Associação Jurídico-Espírita do Ceará), em encontro ocorrido na sede da Federação Espírita do Estado do Ceará (17/03).

Com a presença de 20 pessoas, entre elas advogados, delegado de polícia, contador, servidores públicos, estudantes, surge mais uma AJE no movimento jurídico-espírita brasileiro. Durante o evento de fundação, Tiago Essado, presidente da AJE-Brasil, discorreu sobre os fins e os objetivos das AJEs, e sobre as diretrizes de trabalho.

Desde o 2º Conjebras (Congresso Jurídico-Espírita Brasileiro), em setembro de 2017, a AJE-Brasil apoiou a iniciativa para se fundar a AJE-CE, o que foi levado adiante por Astesia Teixeira, eleita presidente.





Carta de Goiânia

Ao final do 2º Conjebras, houve a publicação da Carta de Goiânia, com a síntese das principais ideias debatidas durante o evento. Confira aqui

 

 

Destaques



 
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da maioridade penal
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